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Foto 01 _ Jussara Ribeiro

Jussara Ribeiro

Ju acredita que desenvolvimento não é acúmulo: é conexão. É quando o conhecimento encontra território fértil no que já foi vivido e, juntos, constroem algo novo. À frente da concepção das criações de todas as linhas, do diagnóstico estratégico e da arquitetura pedagógica da J. Criações, ela transforma informação em consciência aplicada e consciência em decisão.

Foto 02 _ Jussara Ribeiro

Sentido

O que a move é a certeza de estar contribuindo para algo que faça diferença real e positiva. Não apenas projetos bem executados, mas experiências que reorganizam pensamento, ampliam visão e fortalecem pessoas para agir com responsabilidade.

Foto 03 _ Jussara Ribeiro

Uma paixão

A dança entrou em sua vida aos seis anos de idade e nunca mais saiu. Entre palcos, ensaios e bastidores, construiu uma trajetória como coreógrafa e professora, aprendendo cedo que movimento também é linguagem, disciplina e escuta coletiva. A dança lhe ensinou algo que hoje atravessa todas as suas jornadas corporativas: ninguém cresce sozinho, e todo processo precisa de ritmo, intenção e presença.

Foto 04 _ Jussara Ribeiro

Em 2026

Atualmente estuda UX para expandir a experiência das jornadas que desenha, mantém leituras constantes e se aventura na iniciação ao violão — porque aprender, para ela, também é afinar escuta e ritmo. Justiça é seu valor inegociável. 

Foto 05 _ Jussara Ribeiro

Natureza e Artes

Entre o mar — seu lugar de respiro e conexão — e o sonho de conhecer a Índia, Ju cultiva a profundidade como prática. Ama a intensidade da gastronomia italiana, encontra humanidade e dignidade em Os Miseráveis, de Victor Hugo, e se inspira na delicadeza filosófica de O Profeta, de Khalil Gibran. Em sua trilha sonora, Café 1930, de Astor Piazzolla, lembra que sensibilidade e estrutura podem — e devem — coexistir.

Foto 06 _ Jussara Ribeiro

Família

É mãe, esposa e tutora dedicada das gatinhas Liz e Luna. E talvez seja aí que tudo faça sentido: desenvolvimento, no fim, é sobre gente. E gente, como a dança, é movimento contínuo. Exige coragem para começar, disciplina para sustentar e sensibilidade para transformar.

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Lucas Ribeiro

Lucas acredita que excelência não é acaso — é prática. Seu motor interno é aprender e executar com maestria tudo aquilo a que se dedica. Para ele, desenvolvimento é superar diariamente os limites do próprio conhecimento. É acordar curioso e dormir melhor do que ontem.

Honra é seu valor inegociável. Porque talento pode abrir portas, mas é o caráter que sustenta permanência.

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Em 2026

Atualmente aprofunda-se em Audiovisual com foco em Adobe Premiere e After Effects, estuda Inglês e Espanhol e mantém a música como território permanente de expansão. Toca baixo, guitarra e violão — instrumentos que lhe ensinaram ritmo, escuta e precisão. E guarda um sonho afinado no horizonte: aprender piano, como quem amplia o próprio repertório de possibilidades.

Trilha na floresta

Natureza e Artes

Entre a força silenciosa da floresta — seu lugar de reconexão — e o desejo de conhecer o Japão, Lucas cultiva profundidade, estratégia e respeito às narrativas que atravessam o tempo. Aprecia a complexidade da gastronomia oriental, encontra coragem e lealdade em O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel e mergulha na construção mítica de mundos em O Silmarillion, de J. R. R. Tolkien. Em sua trilha sonora, Three O'Clock Blues, de B. B. King, lembra que técnica e emoção não competem — se complementam.

Dois gatos descansando

Família

Ama profundamente sua família — esposa, mãe, padrasto, sogro, sogra, parentes próximos — e seus pets, que fazem do cotidiano um território de afeto e lealdade.

Lucas constrói cada projeto como quem compõe: com estrutura, intenção e alma. Porque, no fim, toda grande jornada começa com alguém disposto a evoluir — nota por nota, frame por frame, dia após dia.

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Priscilla Oliveira

Pri acredita que desenvolver é lapidar caminhos. 

O que a move é a sensação de estar no caminho certo: seguir com aquilo em que acredita, entregar o melhor de si e continuar avançando com o coração alinhado às escolhas que faz. Para ela, desenvolvimento acontece quando o novo conhecimento encontra espaço dentro do que já foi aprendido — potencializando, ampliando e dando novas camadas ao saber.

Livro aberto e café

Em 2026

Atualmente está aprofundando seus estudos em Design Instrucional, além de explorar simbolismos e narrativas humanas em aulas de tarot e leituras constantes — um exercício de olhar o mundo por diferentes perspectivas, algo que também enriquece sua sensibilidade na construção de experiências de aprendizagem.

Justiça é um valor que não negocia. Aprender, crescer e evoluir também passa por reconhecer o que é correto e agir com integridade.

Praia

Natureza e Artes

Pri encontra no mar um lugar de respiro e inspiração — talvez por isso também sonhe em conhecer a Coreia do Sul, um país onde tradição e modernidade caminham lado a lado. Aprecia a intensidade acolhedora da gastronomia italiana, se inspira na coragem da protagonista de Mulan, dirigido por Tony Bancroft e Barry Cook, e encontra delicadeza e reflexão no livro Todas as Flores que Eu Ganhei, de Sandra Carneiro.

Em sua trilha sonora está Fix You, da banda Coldplay — uma música que lembra que, mesmo nos momentos de silêncio ou reconstrução, sempre existe luz capaz de guiar o próximo passo.

Gato debaixo do cobertor

Família

Entre família, pets e o som constante do mar, Pri constrói sua trajetória com sensibilidade e intenção. Pra ela desenvolvimento, é como uma flor que desabrocha: acontece quando o tempo, o cuidado e o conhecimento encontram o solo certo para crescer

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